Voltando sem saber se realmente quero voltar, é engraçado como até a hipocrisia e a mesmice de casa fazem falta. É absurdo com a vida irônica, como nós simplesmente deixamos nos levar pra lugar aos quais não queremos ir e hesitamos em ir aonde realmente queremos, o medo de que as coisas dêem certo é maior do que o medo de que elas não dêem.
E fácil se conformar com o não sem lutar pelo sim, mas assim como quem sai da guerra ainda não deixa de ser um soldado quem nunca entrou na guerra tem medo de lutar. E sempre tem aquele fiozinho de esperança unindo a imaginação com aquela vozinha na consciência, que sussurra na cabeça "mas pode ser que você não precise fazer nada, as coisas podem acabar ou começar por elas mesmas" geralmente é a mesma vozinha que grita do outro lado "Como você deixa sua vida passar".
O que basta eh chegar no começo consciente de fim, nada vai mudar, você vai ser sempre visto do mesmo jeito, ninguém nunca vai te levar a sério. Ai você senta reconstrói suas expectativas, volta a ouvir a mesma vozinha irritante. Quando você percebe a realidade vai estar passando como as imagens na janela de um ônibus, você acorda, olha para os lados, vê a escuridão pela janela, e começa e pensar estou voltando pra casa...
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Esqueça-se da tristeza e eu posso estar no último trem para casa...
Postado por Yellow Sheep às 18:28
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